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Autor: Vanessa Damásio
Ao longo da nossa vida é frequente experienciarmos frustrações, que nos deixam com elevada ansiedade.
Vivemos frustrações nos relacionamentos, no trabalho, em sociedade, etc.
Normalmente as frustrações sentem-se quando as expectativas não são correspondidas e não se podem satisfazer determinados desejos. Perante isto, busca-se alguma forma de prazer como tentativa de substituir as sensações decorrentes da frustração (angustia, desilusão, impotência, raiva, medo, culpa, etc).
Esta busca de prazer pode materializar-se em comportamentos compulsivos quando existe uma tentativa de controlo da expressão destes impulsos e a necessidade de satisfação dos mesmos.
Na compulsão predomina uma grande ansiedade e uma vontade incontrolável de ter prazer, que ao ser satisfeito alivia a tensão. Por vezes, por detrás da compulsão existe um parente próximo: a obsessão, que são os pensamentos/ideias que se repetem persistentemente na mente e que levam ao ato da compulsão.
Surgem assim sensações químicas no nosso organismo que podem ser obtidas por ingestão de substancias químicas como as drogas, álcool, cigarros, certos alimentos como o chocolate, ou pela produção de hormonas e neurotransmissores gerados por certas experiências como compras, festas, sexo, desportos radicais, etc. Estas sensações e experienciais produzem prazer e promovem o alívio da ansiedade, angustia ou frustração.
Por exemplo: “perdi o meu emprego, então vou beber álcool” ou “terminei o meu namoro, então vou às compras para me sentir melhor”
Quando as frustrações são temporárias e as pessoas conseguem satisfazer os seus desejos de outra forma; não há compulsão. Mas quando a frustração se prolonga no tempo e os comportamentos compensatórios se tornam frequentes, então aparece a compulsão, pois faça o que fizer a sensação de frustração, ansiedade e tensão não diminui com o passar do tempo
A origem dos comportamentos compulsivos ainda não está totalmente esclarecida. Mas os estudos apontam para a combinação de vários fatores, entre eles, alterações nos níveis da serotonina (neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar e satisfação), dificuldades de lidar com a frustração e de se proporcionar prazer.
A família também é fator decisivo no desenvolvimento de compulsões, seja pela influência hereditária, no caso da compulsão por álcool e algumas drogas, seja em função da educação, clima emocional e qualidade dos relacionamentos, que podem favorecer o surgimento de compulsões relacionadas a comportamentos, como sexo, compras, trabalho, jogo, dentre outros.
As consequências dos comportamentos compulsivos podem ser devastadores, criando um ciclo vicioso que agarra o indivíduo nas suas teias, impedindo-o de viver livre. Este ciclo vicioso de ansiedade-obtenção de prazer-ansiedade pode tornar-se tão intenso ao ponto controlar por completo a vida de uma pessoa. Se inicialmente este ciclo se inicia como forma de controlo da frustração, é a própria compulsão que passa assim a controlar a vida, podendo levar a um desgaste extremo, tanto físico como psicológico. Este desgaste alarga-se à família, ao trabalho e a todos os sistemas envolventes, podendo tornar-se num bloqueador perpétuo.
Os primeiros passos para ajuda-lo a sair deste ciclo são:
1. Reconheça o problema e que sua vida está fora de controlo
2. Admita a impotência para na sua própria força resolver o problema
3. Desenvolva novos hábitos e atitudes
5. Contate ajuda especializada na Escola da Disciplina, pois existem técnicas psicoterapêuticas específicas e eficazes que o poderão ajudar!
Se você deseja dar um passo importante em prol do bem-estar de seu relacionamento sua vida , converse com um profissional da Psicanalise . Mande uma mensagem clicando aqui, mandando uma
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Casado com Tânia Santos há 26 anos e sirvo a Deus como Pastor há 25 anos.
Formação: Psicanálise, Traumas Religiosos, Transtorno de Personalidade e Humor ,pelo Instituto Fazendo a Diferença. Formado em Psicologia Pastoral pelo CETADI Mestre em Teologia Histórica Pela FATETE .Formado em Apologética pelo ICP.
Professor de varias matérias teológicas pelo CTADI,
Palestrante sobre Gestão das emoções,
Inteligência Emocional,
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