Conheça alguns sinais de compulsão pelo trabalho

 

Conheça alguns sinais de compulsão pelo trabalho 


Compulsão pode ser descrita como uma dificuldade para dominar os desejos, segundo psicanalistas. Às condutas compulsivas são naturalmente descontroladas e imprudentes, mas, depois, habituam a estimular imaginações acerca do elemento da compulsão. Muitas vezes as pessoas  sentem tristeza e envergonhadas, decepcionadas ou fracassadas por terem cedido às suas compulsões. Elas afirmam para si próprias que jamais farão aquela coisa, mas, no calor do momento, tornam a alimentar a compulsão.

Por que as pessoas sempre voltam às compulsões?

Alguns tipos de Compulsão: vamos conhecer alguns tipos de compulsão mais corriqueiros

Compulsões podem ter semelhança com uma abundância de vontades que, conforme as crenças da pessoa compulsiva podem deixar a sua vida mais agradável ainda que por determinados minutos. Comportamentos compulsivos habituam ser alguma resposta a traumas, estresse ou empecilhos de difícil resolução. Uma das grandes dificuldades é a perda (prolongada ou não) da avaliação do que é avaliado ser apropriado e saudável. A pessoa compulsiva procura incansavelmente o prazer e tão-somente posteriormente entende que tomou decisões precipitadas e danosas para sua vida. Entretanto, essas ponderações não é a satisfatória para ela interromper a compulsão.

A pessoa que tem compulsão por compras, por exemplo, pode estourar o crédito do cartão e ter uma montanha de dívidas. Ainda que percebendo acerca disso, o sujeito não ficar sem parar de comprar. Mais uma questão problemática é o prejuízo ocasionado em diferentes áreas da vida.  A pessoa com compulsão por alimento, por exemplo, pode contrair problemas de saúde no futuro, bem como obesidade, diabetes e doenças cardíacas. Agora a compulsão por trabalho pode interferir nos relacionamentos, sobretudo no afetivo e familiar.

O que significa compulsão por trabalho?

A compulsão por trabalho consiste em um tipo de procedimento compulsivo em que a pessoa possui uma dificuldade para se desprender do trabalho. O expediente termina e a cabeça não consegue se apartar das pendências profissionais. Como a dedicação ao trabalho costuma serem elogiadas, as pessoas não consegue ter percepção ou consciência do agravamento de seus procedimentos compulsivos. Companheiros de trabalho, administradores e supervisores chefes podem enaltecer a sua postura profissional por não terem informação total do que se ocorre na cabeça delas. Pesquisas mostram que certas categorias de saúde mental encontrar-se atreladas a esse tipo de compulsão, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e ansiedade.

Todas essas condições apresentam a dificuldade de dominarem-se os impulsos, os pensamentos ansiosos e a sensibilidade ao estresse em comum. Por esta razão, pessoas com esses diagnósticos não costumam compreender a sua compulsão mesmo que o stress procedente da carga de afazeres excessivo alcance graus elevados. A compulsão por trabalho igualmente pode ter procedência na baixa autoestima. Para evidenciar sua competência a si próprio e aos outros, a pessoa busca constante validação por meio da sua atuação profissional. O seu valor como pessoa reside na qualidade do seu trabalho. Da mesma forma, traumas e condições estressantes em diferentes esferas da vida podem empurrar o individuo para um modo de vida viciante. A compulsão viciante por trabalhar desanda em uma maneira de fugir das lembranças ou realidade insatisfatória.

Sinais de compulsão viciante por trabalho

Você fica viciado em trabalho? Se você suspeita ter compulsão por trabalho, contudo apresenta problema para aceitar isso, veja abaixo  alguns  comportamentos compulsivos para conclusões de esclarecimento. Caso você se identifique com a maior  parte dos sinais, busque um psicanalista para te auxiliar e apresentar uma vida profissional saudável.

1. Preocupação exagerada com o trabalho

A pessoa que é profissional compulsivo passa com excesso de tempo se preocupando com o próximo dia, semana ou mês no trabalho. As suas inquietações habituam a ser exageradas, afobadas e incoerentes visto que boa parte dos empecilhos pode ser resolvida com facilidade no horário do expediente. Ainda mesmo quando se acha fora do escritório ou do home Office, o profissional não consegue parar de pensar no trabalho. Ele permanece ligado ao celular tentando finalizar pendências ou adiantar a carga da próxima semana.

2. Problemas de saúde física e mental

A compulsão igualmente traz riscos à saúde uma vez que o profissional trabalha incessantemente.  O estresse, ansiedade e inquietação passam a ser constantes em sua vida e podem abrir portas para diversas patologias, assim como AVC, infarto, diabetes, fibromialgia, depressão, obesidade e síndrome de burnout.

3. Ausência de hobbies

O profissional compulsivo não tem tempo para hobbies. A sua vida é volvida apenas para o trabalho, então entendemos que ele não acostuma incluir diferentes interesses. Não existe coisa nenhuma em sua vida, além das pendências profissionais, que abrir os olhos e o entusiasmo dele. Os hobbies são importantes, ainda que possam ser observados como “perda de tempo”. Eles providenciam um imprescindível descanso tanto ao cérebro quanto ao corpo, além de gerar o prazer no dia a dia.

 4. Estresse constante

Assim como dito, o estresse passa a ser uma presença constante na vida de quem tem compulsão por trabalho. A atmosfera profissional normalmente já constitui em um local favorável para o aumento do estresse, não é isso mesmo? Prazos breves, tumultos entre colegas, atendimento ao cliente, imprevistos, erros, briga de egos e cargos pouco estimulantes são alguns dos fatores presentes no espaço de trabalho que ocasionam estresse. Assim como a compulsão conduz as pessoas a trabalharem cada vez mais, elas possuem maior contato com esses fatores estressores.

 5. Negligência de períodos de descanso

Por alimentar um nível emocional perturbado, a produtividade e rendimento profissional do profissional compulsivo facilmente caem. Afinal, permanecemos na nossa melhor forma física e psicológica tão-somente quando apresentamos saúde, correto? Fracassado, o profissional compulsivo pode desrespeitar os seus limites, descuidando dos tempos de folga e lazer, para tentar elevar o sua desempenho. Será muito difícil, contudo, ele irá se apresentar  resultados positivos. As férias, feriados prolongados e finais de semana existem por uma razão: ajudar as pessoas a recarregarem as energias e aliviarem a tensão acumulada após longos períodos de atividade.

 6. Problemas no relacionamento

Existe um grande problema nos relacionamentos do profissional compulsivo normalmente sofrem. Ele possui dificuldade para encontrar o equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional. Do mesmo modo, cônjuges, filhos e outros familiares ficam irritados ou magoados com a sua ausência. Entendemos que a  ausência pode ser física ou emocional. Assim quando uma pessoa está na presença de entes queridos, mas não consegue ficar sem se desligar do celular ou parar de pensar em coisas as quais não são importantes naquele momento, ela não está dedicando atenção a eles. É corriqueiro que a familiaridade seja abalada ou perdida (ou deixe de ser construída, como costuma acontecer entre pais e filhos), levando ao afastamento de pessoas queridas e de companheiros, amigos ou colegas em potencial.

7. Comportamento impaciente e irritativo

A terapia online já tomou o espaço da terapia presencial.

O estresse, insônia, ansiedade, letargia e esgotamento emocional deixam as pessoas irritadas e com pouca paciência. Procedimentos e atitudes podem ser mal interpretadas e a tolerância para erros e falta de compreensão pode ser quase nula. A convivência diária com o profissional compulsivo tende, então, a ser desagradável para os companheiros e repetidamente causar conflitos. É comum que as pessoas se afastem desse profissional aos poucos. Ninguém gosta de coexistir com alguém que está continuamente irritado, não é mesmo?

8. As falas giram ao redor do trabalho

O profissional com compulsão por trabalho só consegue falar disso! Apesar de que comentar sobre eventos ocorridos na atmosfera de trabalho seja habitual entre colegas e familiares, o exagero naturalmente se torna cansativo para os ouvidos alheios.

9. Lembretes constantes para trabalhar menos

Com certeza que é muito comum que profissionais compulsivos recebam conselhos de colegas, familiares, cônjuges e até de chefes para diminuírem a carga de trabalho. As pessoas que coexistem com eles tendem a entender as consequências negativas da compulsão mais facilmente uma vez que não possuem  também inclinação emocional ao trabalho. Elas notam o cansaço, a irritabilidade, a alteração na aparência e as ambições que parecem tão-somente estar relacionadas à vida profissional. E, preocupadas, aconselham o profissional a reduzir a carga horária e aproveitar melhor o tempo livre. Se você já ouviu conselhos assim muitas vezes e de pessoas diferentes, avalie é melhor dar ouvidos a eles e refletir sobre o seu comportamento!

10.  Trabalho como forma de aguentar sentimentos de ansiedade, culpa e depressão.

A pessoa que tem este vício em trabalho pode ser um mecanismo de defesa contra sentimentos de ansiedade, culpa depressão, medo, desespero e outros. Como o indivíduo não consegue lidar com eles de maneira saudável, ele recorre ao trabalho para fugir da negatividade. O problema é que essa atitude de esquivar da realidade não ajuda a diminuir os sentimentos desagradáveis. Pelo contrário, ela pode torná-los intoleráveis com o tempo. O modo mais adequado de lidar com o que consideramos emocionalmente desagradável é encarando nossos problemas de frente. Como sabemos que fazer isso não é nada fácil (afinal, você pode nem sequer saber por onde começar!), sempre aconselhamos buscar a ajuda de um psicanalista.

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